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A Semana de Arte Moderna, marco na história da literatura brasileira (e da cultura, em geral), completa 90 anos nos próximos dias. Ocorrida entre 13 e 17 de fevereiro de 1922, o evento ganha cada vez mais repercussão. Garimpamos alguns links sobre o assunto, constantemente revisitado pela crítica:

I. O FolhaOnline, por conta do lançamento do livro 1922 – A semana que não terminou (Companhia das Letras), de Marcos Augusto Gonçalves, publicou uma lista com outros títulos que abordam o movimento modernista. Clique para ampliar:

II. Em 2004, a Rede Globo exibiu a minissérie Um só coração, na qual o evento em questão fora ficcionalizado. Assista a um trecho aqui.

III. A semana de três dias e noventa anos. Eis o título da matéria que a Revista da Cultura divulgou em sua edição de janeiro. Trecho: Para os protagonistas da Semana de Arte Moderna de 1922, era preciso fazer o evento aparecer em jornais e revistas, concorda Marcia. Tal preocupação estava tão presente que foram convidar Graça Aranha, um diplomata da velha guarda, respeitado e conhecido, como forma de atrair a imprensa e garantir plateia. Leia.

IV. O Estadão, em 22 e o final (feliz) da arte brasileira, discorre sobre como a crítica internacional ignora a Semana de Arte Moderna. Trecho: A Semana não marcou o início da arte brasileira, mas seu fim. Seu início e fim. Sobretudo como programa dirigido de cultura nacional, supostamente convocado por um território e uma nação. No lugar do que destruiu, colocou pouco mais do que uma possibilidade: era o que lhe permitiam suas posses estéticas.

V. O Sabático, do Estadão, convidou a professora Telê Ancona Lopez para a leitura do poema “Inspiração”, de Mário de Andrade. Veja aqui e leia sobre aqui.

VI. O Prosa & Verso, d’O Globo, reuniu historiadores e críticos para diversas abordagens sobre o evento de 1922 e seu impacto na cultura brasileira. Os links para os textos estão neste post.

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