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(E.: Verteu alguma lágrima pelas numerosas críticas que têm recebido por parte de seus inimigos?)

R.B.:  Muitíssimas, cada vez que leio que alguém fala mal de mim me ponho a chorar, me arrasto pelo chão, me arranho, deixo de escrever por tempo indeterminado, cai meu apetite, fumo menos, faço algum esporte, saio a caminhar pela orla do mar, que, a propósito, está a menos de trinta metros da minha casa, e pergunto às gaivotas, cujos antepassados comeram os peixes que comeram Ulisses: por que eu? Por que eu, que não fiz mal nenhum a eles…

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(Em tempo: daqui)

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